A LÍNGUA DO VENTO     
 
    Esta pequena poesia surgiu quando meu amigo João Guilherme, após uma mensagem me disse:
nunca deixe de falar a língua do vento.
Ai pensei o que seria esta linguagem.

    A língua do vento, fala, assobia ou assovia, ruge, clama por ventríloquo na calmaria.
    Quantos de nós ou "nois" já não falou a língua do vento.. porranca, merreca, rondada, na cara ou as tradicionais través, popa, alheta, contra.
    Há !!! A língua do vento tem muitos dialetos por aprender.
    Vento que enche velas, rasga, bate, paneja, plana, alto, baixo.
    Vento que é força 1, 2,,,,, 12. Que é tufão, twist, tormenta, clarão, "redemoinho" que venta.
    Vento que nos é predileto como força, frescor, perigo e respeito.
    Venta vento. Que nós estaremos sempre ao seu sabor e tentando enfunar nossas velas e atingir os portos alegres.
    Vento .... Oh vento! Ele fala sua língua em qualquer idioma e é entendido por todos.
    A língua do vento é fácil, rica, forte e eclética.
    Venta vento !!  Que nós estaremos sempre a aprender contigo.
   

Henrique Ammirabile

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